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Aplicação · Setor

Tubos de aço carbono para óleo e gás

Em óleo e gás, a especificação se organiza em torno de quatro referências: API 5L para linhas de transporte, ASTM A106 Gr. B para condução em alta temperatura, ASTM A53 para utilidades e NACE MR-0175 quando há presença de gás sulfídrico. A última é a que define se o material serve ou não ao serviço ácido.

A BRASIL AÇOS atende o setor há mais de 20 anos e é habilitada no CRC Petrobras, com estoque permanente e corte sob medida no centro de distribuição.

Normas usuais neste setor

Referência de especificação
Norma ou requisitoUso típicoObservação de especificação
NACE MR-0175 / ISO 15156Serviço ácido com presença de H₂SLimite de dureza e requisitos metalúrgicos definidos em norma
API 5LLinhas de transporte de óleo e gásGrau e nível de especificação PSL 1 ou PSL 2 definidos pelo projeto
ASTM A106 Gr. BCondução em alta temperaturaSem costura, padrão em planta de processo
ASTM A53Utilidades e serviços geraisDisponível com e sem costura

Pontos de atenção do setor

Serviço ácido é requisito de material

Ambiente com H₂S exige material qualificado conforme NACE MR-0175. Não é acabamento nem revestimento: é a composição e a dureza do aço.

Rastreabilidade obrigatória

Certificado vinculado à corrida de fabricação é requisito de homologação em contrato do setor.

Tenacidade controlada

PSL 2 da API 5L impõe ensaio de impacto. Confirme o nível que o projeto exige antes de cotar.

Serviço ácido e NACE MR-0175

O requisito que define o material

Quando a linha conduz fluido com presença de gás sulfídrico, a especificação deixa de ser apenas mecânica e passa a ser metalúrgica. É isso que a NACE MR-0175, hoje harmonizada como ISO 15156, estabelece: limites de dureza e requisitos de composição para que o material resista ao meio ácido.

O risco real

O hidrogênio gerado pela reação com o H₂S penetra na estrutura do aço e pode provocar trincamento, mesmo com a linha operando dentro da pressão de projeto.

Não é revestimento

Serviço ácido é característica do material, não acabamento. Depende da composição química, do tratamento térmico e da dureza resultante.

Documentação

A conformidade é comprovada por certificado vinculado à corrida de fabricação, com os ensaios previstos na norma.

Como especificar. A NACE MR-0175 acompanha a norma de fabricação, não a substitui. O projeto costuma exigir as duas: API 5L define grau e processo; a NACE define a adequação ao meio ácido. Nosso time técnico avalia o requisito junto com a engenharia responsável.

Atendimento à Bacia de Campos e a Macaé

Região de concentração do setor

Macaé e o Norte Fluminense concentram as operadoras de exploração e produção, as empresas de perfuração offshore e a cadeia de fornecimento do segmento no país. Atendemos a região com entrega programada a partir do nosso centro de distribuição, com certificado e rastreabilidade do material.

Utilidades de unidade marítima

Linhas de vapor, água de resfriamento, ar comprimido e serviços auxiliares de plataformas fixas, unidades semissubmersíveis e navios-sonda.

Parada programada e docagem

Janela curta e escopo fechado. Material conferido e cortado na medida reduz o tempo de montagem em campo e o risco de retrabalho.

Bases de apoio onshore

Estrutura, tubulação de utilidades e rede de combate a incêndio das instalações em terra que dão suporte à operação offshore.

Vocabulário do segmento

A demanda de tubo de aço carbono em exploração e produção offshore aparece sob designações distintas conforme a etapa: linhas de utilidade e processo em unidades de perfuração e plataformas de produção, tubulação de apoio em operação de águas profundas e ultraprofundas, estruturas de convés e de base, e a rede das instalações de apoio em terra. Cada frente segue norma própria, definida pela engenharia do contratante.

Homologação de fornecedor. Contratos do segmento costumam exigir certificação de sistema de qualidade, rastreabilidade por corrida de fabricação e conformidade fiscal. A BRASIL AÇOS é certificada ISO 9001:2015 pela BRTUV, habilitada no CRC Petrobras e detém o Selo Sintonia A+ da Receita Federal.
Atendimento técnico

Projeto de óleo e gás em andamento?

Envie o requisito do projeto. Avaliamos a especificação e retornamos com disponibilidade e programação de entrega.

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Perguntas frequentes

O que é NACE MR-0175 e quando ela se aplica?
É a norma que estabelece os requisitos de material para uso em ambiente com gás sulfídrico, hoje harmonizada como ISO 15156. Ela se aplica sempre que a linha conduz fluido com presença de H₂S, condição comum em campos de petróleo e gás. A norma limita dureza e define requisitos metalúrgicos para evitar trincamento induzido pelo meio ácido.
Qual a diferença entre atender API 5L e atender NACE MR-0175?
São camadas distintas de especificação. A API 5L define o tubo quanto a grau, processo e propriedades mecânicas. A NACE MR-0175 acrescenta requisitos de resistência ao meio ácido. Um tubo pode atender API 5L e não ser adequado a serviço ácido — por isso as duas costumam aparecer juntas no projeto.
O que acontece se usar aço comum em linha com H₂S?
O hidrogênio gerado pela reação com o gás sulfídrico penetra na estrutura do aço e pode provocar trincamento, mesmo com a linha operando dentro da pressão de projeto. É uma falha que ocorre sem aviso e por isso a especificação correta do material é tratada como requisito de segurança.
O que é PSL 1 e PSL 2 na API 5L?
São níveis de especificação do produto. PSL 2 acrescenta requisitos de composição química, propriedades mecânicas e ensaio de impacto, além de documentação mais rigorosa — é o nível usual em projeto crítico.
Vocês fornecem tubo qualificado para serviço ácido?
Sim. Nosso time técnico avalia o requisito junto com a engenharia do projeto e confirma a documentação do material. Consulte também a página dedicada a tubos para serviço ácido.
A Brasil Aços atende Macaé e a Bacia de Campos?
Sim. Atendemos operadoras de exploração e produção, empresas de perfuração offshore e a cadeia de fornecimento instalada em Macaé e no Norte Fluminense, com entrega programada a partir do nosso centro de distribuição. O material segue com certificado e rastreabilidade, requisitos usuais de homologação no segmento.
Que tipo de material a operação offshore costuma demandar?
A demanda se concentra em três frentes: utilidades e linhas de processo das unidades de perfuração e produção, manutenção durante parada programada e docagem, e a estrutura das bases de apoio em terra. Cada frente tem norma e nível de exigência distintos, definidos pela engenharia do contratante.
Tubo de aço carbono serve para operação em águas profundas?
Depende da função na instalação. Em linhas submarinas de alta pressão e em componentes submersos, a especificação é definida por norma própria de projeto submarino. Já as utilidades, as linhas de processo de convés e as estruturas de apoio usam tubo de aço carbono conforme as normas correntes do setor, com o requisito de serviço ácido quando houver presença de H₂S.

Quem fornece

  • Razão social WDM Brasil Aços Ltda. · CNPJ 09.406.820/0001-52
  • Centro de distribuição 40.000 m² em Bom Jesus dos Perdões/SP
  • Certificação ISO 9001:2015 pela BRTUV
  • Habilitação CRC Petrobras
  • Conformidade fiscal Selo Sintonia A+ da Receita Federal
  • Tempo de mercado mais de 20 anos de operação

Vamos especificar juntos

Envie o requisito do projeto pelo WhatsApp. Nosso time técnico avalia a especificação e o comercial retorna com disponibilidade.

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